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Os dez mandamentos do bom Prefeito

1.

Sentir a cidade e entender claramente o seu espírito e sua vocação;

2. Não tentar agradar a todos;
3.

Dar tempo certo de manutenção a cada problema para que a decisão não tenha volta: não ser precipitado, mas também não esperar demais;

4.

Respeitar o posicionamento de quem tem experiência no setor: afinal, o prefeito passa, o funcionário fica;

5.

Estar presente espiritualmente em cada setor de forma que tanto os funcionários quanto o povo tenham sensação de que a qualquer momento o prefeito vai aparecer;

6.

Passar ao servidor a idéia de que ele representa a Prefeitura como um todo, que é uma honra servir ao povo e que educação e cortesia são itens obrigatórios;

7.

Transmitir serena confiança a assessores e manifestá-la expressamente em qualquer momento de crise ou dúvida;

8.

Não só dizer NÃO quando é preciso, mas dizê-lo depressa. Só deixar para mais tarde quando a resposta puder ser SIM; não sendo possível dizer logo NÃO e acabar com a angústia, tanto do prefeito, quanto de quem espera. E dizer sempre a verdade, para não enganar ninguém nem criar em torno de si uma rede de mentiras.

9.

Transmitir a sensação de que todo o governo se faz em linha de seriedade, de honestidade, de honradez. O clima tem de ser no sentido de que não só não existe corrupção, como não há  nem mesmo jeito de propor uma coisa dessas. Um clima assim não se cria batendo no peito nem em discursos solenes; ao contrário. É uma preocupação do dia-a-dia e um monitoramento até dos atos mais simples da administração.

10.

Ter uma opção política clara. Por mais operoso que seja o prefeito e por mais recursos que tenha, jamais poderá (a nível de Brasil) resolver - nem mesmo atacar - todos os problemas da cidade.

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