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O contrato entre a
Prefeitura de Campinas e a Maternidade para a construção e a manutenção
de um terminal rodoviário foi assinado em 1970 com validade para 40 anos
e, portanto, com vencimento em 2010. Como o município triplicou o número
de habitantes nesse período, a antiga rodoviária ficou ultrapassada e
foi necessária a construção de um novo prédio, o Terminal Multimodal
Ramos de Azevedo.
Para isso, houve a quebra
do contrato com o hospital. Um protocolo de intenções foi assinado em
junho de 2008 entre a Prefeitura e a Maternidade para garantir o
pagamento de uma indenização com o fim das atividades. Quando a
rodoviária antiga funcionava no local, a instituição recebia, em média,
uma renda de R$ 550 mil por mês, que eram revertidos no atendimento da
unidade médica.
A insegurança levou os
moradores do bairro Botafogo - onde está localizado o terreno - a cobrar
da Prefeitura um projeto que servisse para revitalizar a área do entorno
da antiga rodoviária. A própria Maternidade chegou a apresentar três
propostas, mas nenhuma delas foi consolidada. |