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14
/04/2009

Cidade

Órgão promete apurar

 

Vereadores apelam para ministro apurar restrição a auxílio-doença

 

Paulo Reda - Campinas

A Câmara de Campinas aprovou moção de apelo ao ministro da Previdência, José Pimentel, e ao presidente do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), Valdir Simão, para que apurem denúncias feitas por entidades que defendem os interesses dos segurados do INSS, médicos do trabalho e o Conselho Municipal de Saúde sobre as restrições feitas pelo médicos peritos do órgão à concessão de novos auxílios-doença e à renovação desse benefício em Campinas.
As dificuldades enfrentadas pelos segurados do INSS em obter o auxílio-doença ou a renovação desse benefício foi revelada pelo TodoDia na edição de ontem.

A moção foi assinada pelos vereadores Arly de Lara Romêo (PSB), Élcio Batista (PSB), Biléo Soares (PSDB), Jairson Canário (PT), Francisco Sellin (PDT), Sebá Torres (PSB) e Dário Saadi (DEM).

Em seu texto, o documento solicita o término da alta programada instituída pelo INSS de Campinas. “Os peritos estão ignorando o laudo de outros médicos que, muitas vezes, comprovam a necessidade do trabalhador ter mais tempo para sua recuperação”, informa a moção.

Márcia Regina Flausino, presidente da Assodeseg (Associação Solidária em Defesa dos Direitos dos Segurados do INSS), afirmou que 95% das pessoas que procuram a entidade queixam-se das altas consideradas indevidas.

O INSS, por meio de sua assessoria de imprensa em São Paulo, informou que só poderia esclarecer se os casos mencionados pela Assodeseg são procedentes se tivesse o nome de todas as pessoas envolvidas. Mesmo assim, o órgão informou que vai apurar a situação na superintendência do INSS em Campinas.

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