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Três meses depois de elaborar um dossiê
sobre o abandono e degradação da Praça Deputado Ulisses Guimarães, conhecida
como Pedreira do Chapadão, o vereador
Biléo Soares (PSDB) voltou ao local.
Nesta quinta-feira (24/09), ele esteve na Pedreira e disse ter constatado
que os problemas não só não foram resolvidos como aumentaram.
Biléo disse
ter verificado que o mato continua crescendo sem controle; os bancos estão
quebrados, os banheiros abandonados e o play ground não tem mais brinquedos.
O vereador disse que a ponte que cruza o lago despencou e a estátua em
homenagem ao deputado está danificada, num desrespeito ao parlamentar e à
história do Brasil.
De acordo com Biléo, o péssimo estado de conservação afastou as famílias da
praça. “Hoje aquele espaço está tomado por vândalos, delinquentes,
meliantes, bandidos estão tomando a praça de assalto, no lugar de gente de
bem e é preciso denunciar isso”, afirmou o vereador. |

Biléo (dir.) com Sellin e Prof. Alberto |
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O vereador tucano
lembrou a história da Pedreira. “Trata-se de uma praça maravilhosa, datada
de 1930. Daquela pedreira boa parte da Anhanguera foi construía, assim como
grande parte da cidade e hoje está sem história, sem vida”, lamentou o
vereador. “Aquilo não pode ficar do jeito que está. Temos de devolver a praça
ao povo, encher o espaço de gente, de alma”, acrescentou
Biléo.
O vereador disse que já fez dezenas de indicações pedindo providências, além
de vários requerimentos e não foi atendido. “Eu vou falar diretamente com o
prefeito (Hélio de Oliveira Santos) sobre isso. Ele é um democrata como eu e
sabe da importância da praça para a cidade e não vai tratar a questão como
um enfrentamento. O que eu quero é ajudar Campinas”, avisou o vereador.
CARTÕES - Em março, o vereador já havia chamado a atenção para a
falta de manutenção e conservação de alguns dos chamados cartões postais da
cidade. Na oportunidade, ele disse ter visitado a Lagoa do Taquaral, o Lago
do Café, a Praça Arautos da Paz e afirmou ter encontrado todos eles em
péssimo estado de conservação. O vereador reclamou também das condições do
teatro do Centro de Convivência, segundo ele, “um cartão postal que virou
chiqueiro”.
Texto: Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal
Foto: A. C. Oliveira/CMC |