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SR. VEREADOR GILBERTO
BILÉO SOARES (PSDB): Um aparte, Sr. vereador?
SR. VEREADOR ALBERTO FONSECA (PROF. ALBERTO) (DEM): Pois não, vereador.
SR. VEREADOR GILBERTO BILÉO SOARES
(PSDB): Sr. vereador, eu gostaria de dizer que houve um erro, efetivamente,
uma falha do nosso governo, o governo DEM/PSDB, a prova cabal e inequívoca que o
senhor está aí, o senhor não é situacionista cego, muito menos eu. Mas, na
verdade, a empresa já foi responsabilizada, os livros foram recolhidos, vão ser
corrigidos sem nenhum ônus ao governo. Houve a falha. É fundamental o senhor vir
aqui e estar nessa tribuna e falar sobre isso. E eu também, como situacionista
no governo estadual, mostrar que houve essa falha, mas felizmente, foi corrigida
em tempo hábil. O governo quando detectou o problema, já foi e imediatamente
responsabilizou a empresa. Na verdade, era importante deixar consignado esse
registro do DEM, partido que faz parte da base do Governo Serra e do PSDB.
Obrigado.
SR. VEREADOR GILBERTO BILÉO SOARES
(PSDB): Sr. presidente, vereador tucano Valdir Terrazan, Srs. vereadores,
distinto e seleto público presente, internautas, pessoas que assistem pela TV
Câmara esta sessão. Eu quero voltar ao assunto da pichação. Hoje, o Vereador
Francisco Sellin, Líder do Governo, e Vereador Antonio Santos (O Politizador), o
paladino na defesa da pichação aqui na Câmara dos Vereadores, e mais este
vereador, estivemos participando de um debate pela Rádio Educativa. E lembramos,
naquele momento, que essa discussão não é nova, essa discussão começou há muito
tempo. Nós, quando vereador lá atrás, em 1994, no século passado, nós
apresentamos um projeto de lei que dispunha exatamente sobre a proteção aos bens
públicos face às depredações ocasionadas pela ação de pichadores, grafiteiros
e/ou colocadores de cartazes, e dava, obviamente, outras providências.
Então, a primeira penalidade era advertência, depois a multa, e o objetivo era a
preservação dos bens públicos quanto ao assédio de agentes depredadores, a
necessidade de minimizar os prejuízos acarretados aos cofres públicos com
sucessivas recuperações de danos causados ao patrimônio público, a defesa da
higiene, da estética urbana, a conservação da qualidade de vida urbana. Esse é o
projeto que eu apresentei, foi vetado pelo meu prefeito Magalhães Teixeira, à
época, porque entendia a Assessoria Jurídica que era inconstitucional.
Eu não quero ter a paternidade de absolutamente nada. O importante é que essa
questão tem voltado à baila sempre. O vereador vice-líder da bancada, vereador
Artur Orsi, também tem uma lei datada de 2005, que proíbe a venda de spray a
menores de 18 anos pune a pichação. Mais recentemente, em 2007, o vereador
Francisco Sellin pinçou e tirou a questão dos grafiteiros, tentando estimular os
grafiteiros para que os pichadores, na verdade, se tornassem grafiteiros. Quer
dizer, estimulando, incentivando, apontando, acenando nessa direção, para que a
gente tivesse uma conscientização e tentando, assim, minimizar e atenuar o drama
em que vivemos hoje.
Agora, depois de várias intervenções de todos os vereadores desta Casa, mais uma
ação da Prefeitura através do senhor prefeito municipal, convidando, convocando
toda a sociedade civil organizada, poderes constituídos, para juntos tomarmos
uma decisão. E hoje, debatíamos exatamente a respeito disso e entendíamos que é
fundamental o engajamento e o envolvimento da sociedade civil organizada, de
voluntários, de moradores da cidade, na conscientização e na politização da
questão da pichação.
Falava agora o vereador Jairson Canário de jovens que não conhecem a história da
cidade. Obviamente, precisa haver uma conscientização. Eu conheço a história da
cidade e muitas pessoas conhecem a história da cidade, e precisam ser
defendidas. Porque preservar os nossos monumentos é preservar a história e
preservar a memória. Quem não tem um passado fecundo e fértil, não vai ter um
futuro promissor. Quem não conhece o seu passado, como vai conhecer o seu
futuro? Então, é a maneira de envolver, de engajar as pessoas. E então, eu
propunha hoje naquele debate, vereador tucano Valdir Terrazan, um seminário
aqui, um simpósio, para que as pessoas usassem esse Parlamento no sentido de
envolver a sociedade campineira para a grave questão que nós entendemos.
Porque é uma questão sócio-educativa, de preservação de monumentos históricos,
de bustos, e de, enfim, da história de Campinas, de cartões-postais de Campinas.
Dizer que as crianças conhecem. Quem às vezes não conhece, tem escola para todo
mundo, às vezes não quer ir para a escola e quer ir lá pichar, precisa ser
reprimido também. Não podemos vivenciar uma impunidade, precisa ser punido.
Então, nós temos que fazer do limão uma limonada. Mas é importante enfrentar
essa situação que assola, que toma de assalto a nossa cidade, vereador Jorge
Schneider.
Por essas e outras que eu entendo que o momento é esse, de nos envolvermos no
sentido de dar um basta, um chega, nunca mais ao pichador, estimular o
grafiteiro. Envolver os vereadores, os poderes constituídos, como já disse, para
que a gente possa, efetivamente, barrar a ação de vândalos, de pessoas que não
gostam da nossa cidade.
E talvez, fazer com que essas pessoas, vereador, comecem a gostar da nossa
cidade. Se você não tivesse... Na verdade, a educação, ela não nasceu exatamente
para formar o profissional, vereador Arly de Lara. Ela nasceu exatamente para
formar o homem com caráter, com ética, com descendência. O homem democrata, o
homem cidadão, na plenitude da sua cidadania. Então, esse é um esforço que os
poderes constituídos, mais as nossas famílias, mais as nossas escolas, unidos,
poderemos efetivamente acabar com esse drama que toma conta da nossa cidade.
SR. VEREADOR ALBERTO FONSECA (PROF. ALBERTO) (DEM): Vereador,
Biléo--
SR. VEREADOR GILBERTO BILÉO SOARES
(PSDB): Um minuto, falava também ao vereador presidente da Comissão
Metropolitana, não adianta fazermos lei aqui se as leis não forem integradas,
sintonizadas com toda a Região Metropolitana de Campinas, na qual Campinas é a
sua capital, é a locomotiva da região e a locomotiva dessa vasto interior
brasileiro. Então, não adianta também ser uma atitude isolada de Campinas, tem
que ser uma atitude de toda a Região Metropolitana, vereador Miguel Arcanjo. Por
isso, eu já conversei com o vereador Thiago Ferrari no sentido de envolver a
nossa Região Metropolitana, para que possamos fazer ações em conjunto e somarmos
esforços para definirmos qual o projeto a ser atingido. E só assim haveremos de
conseguir o nosso intento e o nosso objetivo. Pois não, vereador, eu lhe concedo
o aparte.
SR. VEREADOR ALBERTO FONSECA (PROF. ALBERTO) (DEM): Muito obrigado.
Ouvindo a sua fala sobre a questão de construirmos uma nova cultura em relação à
nossa história, e aos monumentos obviamente históricos, e além disso. Uma coisa
que eu observo, como professor, é o seguinte: os nossos alunos são extremamente
individualistas. E essa ideia de individualismo, ele não respeita mais o
coletivo. Então, entre o individual, o privado e o público, há um equívoco aí.
Porque o que é público e é de todo mundo, então, não é de ninguém, então ele
agride, ele destrói. E isso vai criar uma cultura nociva quando eles virem
também para a administração pública, porque o que é de todo mundo, não é de
ninguém, e aí vai aparecer a corrupção. Então, eu sempre falo para os meus
alunos o seguinte: se você não risca a sua carteira... Ou se você não risca
dentro da sua casa a sua mesa, a sua geladeira, porque é sua, por que você vai
riscar aquilo que é de todos? Então, há um problema de valores. Nós precisamos
construir uma nova cultura onde as pessoas respeitem o coletivo, que é o mais
precioso, é o bem de todos. Então, o banco da praça, os monumentos históricos
são de todos, é um patrimônio nosso, todos nós temos que proteger--
SR. VEREADOR GILBERTO BILÉO SOARES
(PSDB): Cartões-postais de Campinas.
SR. VEREADOR ALBERTO FONSECA (PROF. ALBERTO) (DEM): E o que é o
privativo, o seu, a sua geladeira, a sua casa, faz o que você quiser, é seu. Mas
o que é nosso, o patrimônio da nossa cidade, tem que ser cuidado por todos.
SR. PRIMEIRO VICE-PRESIDENTE VEREADOR VALDIR TERRAZAN (PSDB): Um minuto,
vereador.
SR. VEREADOR ALBERTO FONSECA (PROF. ALBERTO) (DEM): Obrigado, Sr vereador
Gilberto Biléo Soares.
SR. VEREADOR GILBERTO BILÉO SOARES
(PSDB): Não tem de quê, vereador Alberto Fonseca (Prof. Alberto).
Quero dizer que meu pai me ensinava que a cidade era a nossa casa, e deveria
haver o respeito como nós respeitávamos em casa, precisaríamos respeitar a nossa
cidade, a nossa coletividade. Felizmente, a nossa família tem uma história nessa
cidade de construção, de tijolo por tijolo, da bela Campinas. Então, por isso
que eu acho que esse movimento é oportuno, é inerente ao momento e é fundamental
que todos nós precisamos arregaçar as mangas e começarmos, na verdade, a tocar
nessa ferida. E tenho absoluta certeza de que juntos, ninguém pode com os
poderes constituídos e ninguém pode com a força, exatamente, da democracia,
representada aqui pelos veadores e pelo povo organizado. Muito obrigado,
companheiros.
SR. VEREADOR GILBERTO BILÉO SOARES
(PSDB): Sr. presidente, Srs. vereadores, distinto e seleto público presente,
telespectadores da TV Câmara. Eu também queria fazer minhas as palavras do
vereador Zé do Gelo, enaltecer e destacar aqui a figura impar da Cida Fufule,
uma figura das mais diferenciadas, que é o símbolo da sociedade civil organizada
sempre presente-- [palmas]
SR. VEREADOR GILBERTO BILÉO SOARES
(PSDB): Então, não vamos pagar o jeton(F) para a Cida, não veio sexta-feira
e nem quarta-feira, eu espero que nas próximas sessões ela esteja presente,
porque na verdade ela ajuda os vereadores a fazer um bom trabalho assim como as
pessoas que aqui frequentam. Eu quero dizer têm alguns temas que eu gostaria de
desenvolver hoje o primeiro é a história da Catedral que o vereador Arly de Lara
veio à tribuna e falou. Nós estivemos junto na Santa Casa, com o cônego Cipolini
discutindo. Eu acho que na verdade é um precedente você abrir essa questão só
para a Catedral. Então é um problema muito sério etc., porque daí é um
precedente histórico e todas as igrejas, todo mundo vai querer... Agora, o que
nós discutimos ali inclusive na presença do cônego é que se faça um projeto de
banheiro público no centro. Quer dizer, um projeto com cinco, seis banheiros e
que seja terceirizado isso, que haja uma concessão, enfim, que haja uma
participação de pessoas nesse sentido para que a gente possa... E isso existe na
Europa, existe nos Estados Unidos, existe em muitos lugares, então, eu acho que
essa proposta que a gente traz que o vereador Arly me antecedeu aqui falando
sobre isso, que eu gostaria de reforçar e fazer coro as palavras do vereador
Arly de Lara.
No que diz respeito ao tema envolvendo a Secretaria de Estado, eu lamento pela
segunda vez, a empresa já foi responsabilizada, os livros foram recolhidos,
corrigidos. Nós vamos distribuir outros livros, etc., a Secretaria de Estado, eu
não sou um situacionista cego e burro, errou nós estamos aqui para acusar o
erro. Agora, a educação de São Paulo é uma situação boa. Quer dizer, nós
entendemos isso, eu não quero entrar nessa polêmica, porque pela segunda vez
viemos lamentar, mas estamos lamentando e assumimos esse erro e não tem problema
algum. Isso porque assumimos isso, quer dizer, da mesma maneira como a gente não
faz uma oposição sistemática, também não somos um situacionista sistemático.
Errou tem que buscar os responsáveis, já foram responsabilizadas as pessoas
envolvidas nisso aí, então ponto final, pingos nos "is". Eu quero dizer que, por
algumas vezes, eu já vim a essa Tribuna falar dos cartões-postais. Falei da
Lagoa do Taquaral, outro dia estivemos lá. Hoje temos dois ou três requerimentos
de nossa autoria, indicações, tentando modernizar melhorar dar mais qualidade
aos frequentadores da Lagoa do Taquaral, falamos da Arautos da Paz, falamos do
Largo do Café. Falamos outro dia da Praça Maior que virou praça menor é uma
praça fantasma não tem ninguém, esperamos providências. Essa crítica é
construtiva para melhorar a qualidade de vida do nosso povo campineiro.
E, hoje, eu venho a essa Tribuna para falar de outro cartão postal que virou
chiqueiro, o teatro que virou chiqueiro, que é na verdade o Teatro do Centro de
Convivência. Não sou eu que estou falando isso, apesar de já ter dito nessa
tribuna aqui que, às vezes, a Orquestra Sinfônica tem que sair, porque pinga
gotas de chuva, quer dizer, na verdade, o que acontece é realmente muito
complicado lá, às vezes, a Orquestra Sinfônica sai para fazer esse concerto lá
fora digamos assim, quer dizer por que não pode desenvolver o seu trabalho lá no
Centro de Convivência. Eu quero dizer que o que mais me assustou na fala hoje do
Thiago
Lacerda é que ele disse o seguinte, por exemplo, “Campinas está descartada” e
ele vai procurar outra cidade, talvez Paulínia, para desenvolver a cultura lá em
outra cidade. Muito que bem, a região metropolitana precisa efetivamente de
teatro, de cultura e etc., mas Campinas, como digo sempre, uma cidade
progressista, de vanguarda, cujo povo é culto, civilizado, pólo aglutinador,
catalisador, universitário, pólo educacional e pólo, fundamentalmente, cultural.
Quer dizer, então, não pode acontecer o que está acontecendo com o teatro de
arena, com o teatro do Centro de Convivência, precisa dar um basta.
Então, eu disse em alto e bom som no primeiro discurso aqui, eu quero apontar os
erros ao Sr. prefeito e quero ser convencido dos acertos, essa palavra que vai
nortear o nosso caminho e o nosso parâmetro.
SR. VEREADOR THIAGO FERRARI (PMDB): Vereador, um aparte.
SR. VEREADOR GILBERTO BILÉO SOARES
(PSDB): É preciso fazer alguma coisa e melhorar a qualidade de atendimento
no Centro de Convivência. Um aparte ao Vereador Thiago Ferrari.
SR. VEREADOR THIAGO FERRARI (PMDB): Nobre Vereador, em primeiro lugar eu
gostaria de elogiar sua postura, assim como situação, base de Governo do Estado,
assumindo a responsabilidade, assumindo as culpas por assim dizer e como
oposição também com sua sensibilidade de querer construir uma Campinas melhor,
uma pessoa que tem vínculo com Campinas e vínculo com o seu partido também, mas
de forma construtiva—
SR. VEREADOR GILBERTO BILÉO SOARES
(PSDB): Obrigado, vereador.
SR. VEREADOR THIAGO FERRARI (PMDB): Eu gostaria de parabenizar a sua
postura que dignifica muito a nossa função de vereador aqui e a minha admiração
pela sua postura como oposição. Eu gostaria também de esclarecer com relação ao
seu questionamento, que isso é uma preocupação do Governo também e o Governo tem
se preocupado com essa situação. Há um cronograma de recuperação desses teatros
e sendo que o Centro de Convivência, como ele tem uma arquitetura do
Fábio Penteado diferenciada, houve até uma discussão com o autor, com o
arquiteto, para que pudesse fazer uma intervenção com a anuência dele, para que
não ficasse prejudicado o projeto, a obra de arte dele por assim dizer, mas isso
está dentro do cronograma, a Prefeitura tem um cronograma de recuperação desses
teatros respeitando também como o senhor bem lembrou da vocação cultural da
nossa cidade.
SR. VEREADOR GILBERTO BILÉO SOARES
(PSDB): Obrigado.
SR. VEREADOR THIAGO FERRARI (PMDB): E mais uma vez ressalto a sua função
importante de ter uma oposição construtiva na nossa cidade. Obrigado.
[palmas]
SR. VEREADOR GILBERTO BILÉO SOARES
(PSDB): Vejam bem os senhores, que dizer, essa inovação no conceito de fazer
política que a gente quer trazer aqui. Eu assumo as responsabilidades do Governo
do Estado, vem aqui o vereador Thiago Ferrari, que é base de governo assume as
responsabilidades do Governo Municipal e assim a gente pode burilar melhor,
lapidar melhor projetos que estejam sintonizados com o nosso povo e com a nossa
cidade. Por exemplo, Vereador Thiago Ferrari, olhe o que disse o Thiago Lacerda:
“Não tem luz, nem som, o camarim estava cheirando mal, a minha camareira teve de
fazer faxina e matar baratas para que pudéssemos entrar nele, é uma vergonha". E
outros artistas já criticaram os teatros do Centro, não é coisa de agora não.
Não vamos jogar só a responsabilidade no Governo Hélio, vem de 2002. O Otávio
Augusto reclamou, o Miguel Falabella a mesma coisa, o finado Paulo Autran,
Denise Fraga, Lígia Amadio e o Thiago Lacerda. Então são pessoas que vivem e que
Campinas exporta cultura, Carlos Gomes, tantos artistas, atores, atrizes que
passaram por Campinas ao longo de mais de duzentos anos, esperam uma providência
efetiva do poder municipal.
SR. PRIMEIRO VICE-PRESIDENTE VEREADOR VALDIR TERRAZAN (PSDB): Um minuto,
Vereador.
SR. VEREADOR GILBERTO BILÉO SOARES
(PSDB): Então, eu acho que é fundamental que a gente se mobilize aqui no
sentido de fazer um requerimento em conjunto, para que esse drama vivido pela
área cultural de Campinas, com relação ao teatro do Centro de Convivência e
também do Castro Mendes que está pichado. Está pichado com tapume lá vai ser
inaugurado em breve espero que sim, quer dizer uma cidade com dois teatros, está
na hora de nós buscarmos
alternativas. Campinas tem que ter três, quatro, cinco, seis teatros. Não pode
ser Campinas é uma cidade que pólo cultural tem que vivenciar a cultura.
Campinas faz cultura, exporta cultura. Providências são necessárias,
imprescindíveis. Srs. vereadores, senhoras e senhores presentes aqui hoje na
Câmara Municipal de Campinas. Esse é o meu desabafo e espero que o Executivo
assim sendo tome as providências necessárias e cabíveis para que a gente possa
ter um teatro diferenciado, que a gente possa aproveitar da cultura brasileira
aqui em Campinas.
Muito obrigado. |