|
Muito se fala sobre a mulher a cada data em que se comemora seu Dia
Internacional. É bom que seja assim: um dia para discutir um assunto que
interessa diretamente à metade da humanidade e, indiretamente, à outra metade.
Mas o dia é apenas simbólico, é apenas um modo de reafirmar uma luta que tem
sido constante neste século e no século passado e que, embora tenha atravessado
décadas, é um tempo relativamente curto para que se suplantem tantos problemas e
tantas injustiças cometidas contra a mulher.
Por isso é preciso um Dia Internacional da Mulher para que todos se lembrem de
que a luta não acabou. A igualdade entre os sexos na vida familiar, na vida
profissional, na vida social, enfim em todos os setores onde homem e mulher
atuem é um objetivo ainda não alcançado e esse dia é para que todos se lembrem
disso.
Diariamente vemos mulheres sendo espancadas ou mortas pelo simples fato de se
separarem do marido ou companheiro. Diariamente vemos mulheres sendo
discriminadas em empregos, ganhando menos que os homens pelo fato de serem
mulheres. E sempre somos bombardeados com pesquisas que mostram um número cada
vez mais elevado de mulheres abandonadas com filhos pela irresponsabilidade dos
homens e por falta de amparo dos governos.
É para essa realidade que nós, políticos, temos sempre de chamar a atenção de
todos. E, claro, não só no Dia Internacional da Mulher que se comemora neste
oito de março. É tarefa cotidiana nossa atentarmos para as desigualdades de
gênero e procurarmos fazer leis que promovam a mulher e cimentem seu lugar ao
lado do homem na construção de um mundo melhor e mais justo.
Para marcar essa data com essa lembrança e por ter no meu mandato de vereador
atenção constante na luta pela igualdade entre todos é que estou entregando essa
carta que é também a reafirmação de um compromisso: contem sempre com esse homem
público para a defesa e o encaminhamento de reivindicações que promovam a mulher
ao lugar que sempre mereceu na sociedade brasileira.
|